Com o crescimento da igreja católica no mundo e com a difusão da imagem da fé pelo seu maior representante na terra, o PAPA, e com a representatividade da valorização dos direitos humanos no mundo, os problemas da igreja, que se resumiam a problemas de convívio social entre as famílias cristãs, passaram a acolher inúmeros outros aos quais a igreja se privava de dar a sua opinião diante do confronto político a que isso poderia resultar.
Ou seja, a igreja ha séculos ou até mesmo décadas atrás, não abraçava causas que eram conflitos entre população e estado (governo) ou entre nações (como guerras). Isso demonstrava certa limitação da igreja de criticar determinado governo e o mesmo virar - se contra ela.
Nos dias atuais o PAPA passou de apenas representante ou líder de uma religião (católica), para ser bem mais que isso, um símbolo depois de Cristo, de união entre os povos, unindo até mesmo religiões com preceitos opostos o que nunca ocorreria nos séculos passados.
O PAPA transformou-se no maior diplomata para o convívio pacífico entre nações, estados, populações, religiões, famílias, etc.
Grande parte dos temas discutidos atualmente que de certa forma causam apelo social, são tratados e discutidos pelo PAPA, todos tratam sua opinião como fundamental para solucionar os problemas de cada sociedade. Um exemplo disso são as drogas, que muito se discute no Brasil de sua legalização mas que o PAPA já se pronunciou que isso iria agravar a situação e que o governo não deve abandonar as outras formas de banição dessa doença social, como maior fiscalização e maiores investimentos em educação contra as drogas.
É perceptível o crescimento social não apenas do PAPA, mas da dependência cada vez maior a intervenção da fé no meio social e isso não depende apenas de uma igreja ou de um líder em específico, mas de todas as religiões unidas contra os males cada vez mais chocantes e suscetíveis a cada sociedade.

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